Como obtive a nota mais alta na minha aula de matemática discreta

Estudo de caso: como obtive a nota mais alta na minha aula de matemática discreta

25 de novembro de 2008

Um Encontro no Corredor!

Durante o meu segundo ano em Dartmouth fiz um curso de matemática discreta. Os testes não foram calibrados para qualquer escala padrão, por isso era difícil avaliar o quão bem você estava fazendo. No meio do ano, por exemplo, as pontuações em torno de 50 a 60 dos 100 estavam no topo da classe, enquanto que para o final as mesmas estariam falhando.

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Retroceda,então, até o final do trimestre de inverno, e imagine minha surpresa no cenário a seguir. É o dia depois da final. Eu estou andando pelo corredor quando encontro o TA:

“Você … tem a nota mais alta”, disse ele.

“Na final?” Eu perguntei, um pouco surpresa.

“Não, para todo o curso.”

Isso foi difícil de acreditar. O curso teve 70 alunos. Três deles eram da Europa Oriental, onde, educados no antigo sistema de rastreamento de talentos do estilo soviético, já haviam estudado esse assunto no ensino médio!

Eu não penso em mim como uma pessoa de matemática. Antes dessa aula, eu não mostrara nenhum talento especial para o assunto. Eu estava tentando apenas ficar lá com uma nota decente. Minha vitória, como gostamos de dizer aqui no Study Hacks, foi tática.

Neste post vou explicar como consegui esse feito, e como seguir estratégias semelhantes podem ajudá-lo a dominar até os cursos técnicos mais espinhosos…

Nenhuma tolerância por falta de percepção

No nível mais alto, minha estratégia era exatamente o que eu soletrei no post do meu How to Ace Calculus de duas semanas atrás: aprenda os insights. Mas quero mergulhar nos detalhes de como consegui esse objetivo para essa classe específica. Pense nisso como um estudo de caso do método de insight em ação.

Aqui estava minha estratégia específica:

Prova de obsessão: matemática discreta é sobre provas. Na palestra, o professor escreveria uma proposta no quadro – por exemplo, se n é um quadrado perfeito,então também é estranho – e depois passar por uma prova. Proposição após proposição, prova após prova. À medida que a turma avançava, aprendemos técnicas cada vez mais avançadas para a construção dessas provas. Logo desenvolvi uma obsessão singular: queria poder recriar, com lápis e papel, e sem notas auxiliares, todas as provas apresentadas em aula. Sem exceções. A falta de compreensão de uma única prova não seria tolerada.